A Escolha do Buquê de Noiva
O costume de a noiva levar um buquê começou na Grécia antiga. Já na Idade Média, as noivas faziam o trajeto a pé e recebiam flores, ervas e temperos e isto formava o buquê.
O buquê da noiva possui um papel muito especial: ele arrematada o visual da noiva, com o seu vestido, e pode representar a concepção de decoração do próprio casamento. Não necessariamente o buquê precisa combinar com a decoração do espaço. Ele pode ser concebido e combinar, tão somente, com o estilo da noiva. Mas é muito interessante e extremamente sofisticado realizar combinação de estilo, nos diversos itens de contratação.
Muitos só se lembram que o buquê é arremessado pela noiva e que a tradição indica que quem o pegar, será a próxima a se casar. Mas ele é mais do que isto. Além da carga simbólica da tradição, o buquê pode representar a concepção geral, adotada no casamento.
Mas, a rigor, há todo um universo que cerca a concepção de um buquê: que cor será, quais flores irão fazer parte da composição, se será feito de flores ou folhagens; alguns contemplam frutas e legumes, como parte integrante do arranjo.
E além das flores, e demais elementos que farão parte da composição, há ainda outro aspecto a ser decidido: o formato do buquê. O formato não deve ser uma escolha aleatória. Ele não pode afetar o visual do vestido. Ele deve, ao contrário, ajudar a compor o visual. Os formatos tradicionais são: redondo, cascata, braçada. Importante que, ao escolher o formato do buquê, a noiva pense no estilo do vestido escolhido: se há algum detalhe nele que deve ficar a mostra e não poderia ficar escondido atrás do buquê. Neste caso, o formato cascata, talvez, não seja o mais indicado. Faça sua escolha!









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