A semana de moda de New York (10 a 14 de setembro) deu mostras de que é possível, e bem proveitoso, conciliar moda e música.
Não é a primeira vez que isto acontece. Já são tradicionais e bem famosas as apresentações musicais nos desfiles da grife Victoria Secrets.
Entre outras tantas situações, foi possível evidenciar esta combinação: moda e música é uma interação bastante interessante e instigante.
A semana de moda de Nova York foi temperada com ótimas aparições e performances. Isto nos dá ânimo e incentivo de acreditar que, cada vez mais, ações da moda, das artes plásticas, da arquitetura podem, e mais do que isto, devem integrar-se à música.
A música expressa sentimentos, valores e ideias. Associar música e outros elementos só tem a engrandecer o conceito global de expressão artística.
Por exemplo, o desfile da Opening Ceremony, que já era um dos mais aguardados por apresentar, pela primeira vez na história da marca, uma coleção co-criada por uma drag queen, teve como surpresa um show de Christina Aguilera.

Batizado “The Gift of Showz”, o desfile/espetáculo celebrou a arte drag – tanto em Nova York quanto no resto do mundo, com uma coleção primavera/verão 2019 com a diversidade assinada em parceria com Sasha Velour, ganhadora da nona temporada do hypado reality show “RuPaul’s Drag Race”.
A turma da moda foi ao delírio quando a cantora surgiu por trás de uma cortina, acompanhada de duas dançarinas, encerrando a apresentação.
Christina Aguilera- Lady Marmalade Live Bazaar Icons 2018
Acima de tudo, a apresentação é uma demonstração do que sempre defendemos: a música não é aleatória. É um elemento que deve se moldar, integralmente, ao propósito do evento.






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