Toda vez que um casal de noivos nos procura para fazer a parte musical de uma cerimônia de casamento ao ar livre, prontamente nos posicionamos: vocês já pensaram na cobertura? A pergunta, para nosso espanto, soa quase ofensiva.
A premissa dos noivos é a de que, se optaram por fazer uma cerimônia ao ar livre, óbvio que não haverá cobertura. Imaginam que haver cobertura é contraditório com o conceito de cerimônia ao ar livre.

Entretanto, o que sempre sustentamos é que, em qualquer lugar do mundo, em qualquer época do ano, é possível chover. E se há a possibilidade de chover, deve-se tratar a hipótese como certa: deve-se planejar a cobertura.
O que sugerimos é que pensar uma coisa, acarreta em pensar na outra. Pensar em cerimônia ao ar livre, envolve necessariamente pensar em cobertura.

Existe inúmeros tipos de cobertura, das mais simples, às mais sofisticadas. Também há diversas faixas de preço. Qual escolher é um critério muito pessoal, mas a cobertura deve garantir o seu propósito: efetivamente lhes resguardar das intempéries da natureza.
Para que cumpra este propósito de resguardo, a cobertura deve ser completa: campo superior e campos laterais. A decoração pode incrementá-la, adornando-a com eras, flores ou pequenos spots de iluminação. A cobertura pode ser, plenamente incorporada ao ambiente. É até melhor que seja assim. O ambiente fica mais harmônico e aconchegante.

A cobertura é um item de contratação que muito se assemelha ao gerador: contrata-se por segurança. A expectativa é que não se tenha que usar, mas se houver a necessidade, está ali: pronta, montada. Sem que a necessidade de uso, tenha prejudicado a celebração.
Casamento envolve um grande investimento financeiro e emocional. Não se pode deixar de lado as cautelas. Cuidado e antecipação são fundamentais para uma celebração perfeita.





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