– Casar-se após um tempo de união estável –
Nos moldes tradicionais, o casamento deveria ser o instante inicial de convivência íntima. Do namoro seguiria o noivado e em sequência, o casamento.
Mas questionou-se a obrigatoriedade em celebrar o casamento e esta forma de união, em razão do excesso de formalismo e total desconexão com as particularidades de cada casal.
Assim, a celebração do casamento caiu em franco desprestígio. Ao invés de se casarem, os namorados passaram a estabelecer união estável. Em um instante, namorados. Aí, sem nenhuma celebração, iam morar juntos… Isto se tornou tão normal e corriqueiro que poucos casamentos passaram a ser celebrados.

Em razão deste desprestígio, houve uma nova roupagem do casamento. Noivos e noivas passaram a incluir no cerimonial referências do casal na celebração. O próprio cerimonial deixou de ser tão rígido.
Antes, todos os casamentos eram muito parecidos: mesma comida, mesma bebida, mesmo tipo de decoração, mesmas músicas. Hoje, os casais querem que a sua celebração seja única. Que contenha elementos que façam referência à relação do casal, ao que o casal é.
Na música, isto causou um imenso impacto. O repertório era muito repetitivo, o que deixava a sensação de que a música, em todos os casamentos, era igual.
Os músicos se reinventaram, passaram a investir em particularizações. Na Toca da Villa esta ideia é central. Está no nosso espírito: cada casamento é único, portanto, cada apresentação também deve ser. Cada repertório e cada apresentação são alinhados à personalidade dos noivos, às suas expectativas e preferências.
E, ao lado deste ressurgimento do interesse em se casar, passou a haver o interesse de casais, que viviam em união estável, de celebrarem o casamento. Repleto de particularizações. Assim, os casais celebram a conversão da união estável ao casamento. Celebram a união que já é uma realidade.





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