E-commerce no Brasil
O comércio eletrônico no Brasil ainda é pouco desenvolvido. Vem crescendo, é verdade, mas ainda é bastante incipiente, principalmente se compararmos aos países mais desenvoltos neste ramo, como EUA e Alemanha.
O Comércio eletrônico demanda a plena difusão de internet rápida e estável. Ademais, há que se ter um sistema de certificação digital a qual torne segura as transações digitais, tais quais as realizadas in loco. As dúvidas relativas à segurança ainda são o principal empecilho quanto à difusão do e-commerce.
Em 2016, mesmo diante de desafios macroeconômicos – inflação de 6,29% e expectativa de queda de 3,5% no PIB – o comércio eletrônico, segundo dados do e-Bit, apresentou um faturamento de R$ 44,4 bilhões, crescimento de 7,4% em relação a 2015.

O crescimento do mercado é impulsionado pela constante expansão da base de usuários de internet e pelo crescimento do número de e-consumidores. Taxa acumulada medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) PIB: Produto Interno Bruto – expectativa do Banco Central do Brasil.
Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, para os próximos anos o setor deve permanecer crescendo e aumentando sua participação em relação ao varejo tradicional, com destaque para a expectativa do aumento no consumo de bens digitais, tais como e-books, músicas e filmes on demand.
As expectativas para o setor são positivas, pois o consumidor brasileiro está mais confiante para comprar online.

As novas gerações, que agora entram no mercado de trabalho, já nasceram em tempos de internet, e os investimentos estrangeiros não estão vindo apenas na forma de capital, mas também como tecnologia e conhecimento.
Em 2016, o e-bit projeta que o e-commerce no Brasil apresente um crescimento nominal de 8% em relação a 2015, atingindo um faturamento de, aproximadamente, R$ 44,6 milhões.
O e-commerce compreende a vantagem de ampliar consideravelmente a expansão do poder de penetração dos produtos. Afinal, sem a sua existência, a marca depende exclusivamente do mercado consumidor, localizado nas proximidades de lojas físicas existentes.
O e-commerce traz duas grandes vantagens para o emprendedor:
- Diminui seu custo operacional: por não demandar gastos com loja física: aluguel, agua, luz, segurança, funcionários;
- Amplia seu poder de penetração: consumidores de qualquer localidade podem conhecer o produto e fazer a sua aquisição.






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