O filme Bohemian Rhapsody retratou a história do seu icônico vocalista e da extraordinária banda Queen. Por ocasião do seu lançamento, fizemos um artigo aqui no Blog, falando sobre o enredo, afinal, retrata uma das maiores bandas do pop internacional e um de seus maiores vocalistas.
O enfoque daquele artigo não foi uma análise cinematográfica da obra; mas sim das músicas que envolvem toda a trama e, acima de tudo, da sensação emocional que o filme desperta. Aliás, o filme emociona aos fãs e também aos marinheiros de primeira viagem que ou não são fãs, ou conhecem muito pouco da banda. O filme cumpre o seu propósito de envolver e emocionar.

Não raro, se verificou nos cinemas pessoas cantando junto, como se estivessem em um show da banda. Ressaltamos que este deve ser o propósito de uma cinebiografia.
Não foi a única vez que falamos de Freddie Mercury, aqui no Blog. E dada a sua importância e expressão, é bem provável que ele apareça outras tantas vezes por aqui.
O ator Rami Malek, que viveu o cantor Freddie Mercury, ganhou o Oscar de melhor ator. Rami interpretou muito bem o cantor, desviando de lugares-comuns, trejeitos maximizados e estereótipos diversos.

Rami, em vias de caracterizar seu personagem, utilizou uma prótese dentária para melhor representar a incomum arcada dentária do astro.
Nem o tropeço e queda do ator, após receber a estatueta, ofuscaram o seu feito. Afinal Rami, ao levar a estatueta, superou candidatos robustos, como: Christian Bale (Vice), Bradley Cooper (Nasce uma Estrela), Willem Dafoe (No Portal da Eternidade), Viggo Mortensen (Green Book).

Em posse da estatueta, Malek celebrou o cantor: “Fizemos um filme sobre um homem gay e imigrante, que viveu a sua vida sem pedir desculpas. E seu sucesso é a prova de que as pessoas querem ver isso.“
Bohemian Rhapsody – Rami Malek, Freddie Mercury, Queen





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