– Pandemia do Coronavírus fez retrair a atividade econômica pelo mundo. Mercado de eventos e a música ao vivo sofrem grande abalo-
O mundo está passando por um grande abalo, causado pela pandemia do Coronavírus. O surto epidemiológico teve origem na China, precisamente em Wuhan e, rapidamente, atravessou as fronteiras. Chegou na Itália, França e se alastrou. Chegou aos Estados Unidos e, também, ao Brasil.

Muito desta rápida disseminação se explica pela falta ou inadequação de cuidados básicos com higiene. O vírus é menos agressivo e mortal que as outras variantes epidemiológicas, como a SARS, sigla de síndrome respiratória aguda grave; que anos atrás atingiu também a Ásia.
Diante da constatação de que se trata de uma pandemia e que em algumas localidades, houve uma rápida disseminação, as pessoas nas sociedades foram se retraindo.

Em algumas localidades, os governantes impuseram quarentena domiciliar, como na Itália e na França. Mas, independente do quão grave é a doença e a sua letalidade, o fato é que a pandemia vem assustando as pessoas. E, diante do pânico, a economia responde com retração.
No Brasil, a população está assustada. O pânico se mistura à falta de informação ou à sua inadequação. Mas, de qualquer forma, a preocupação é válida e necessária.

Como resposta a esta realidade e, diante do quadro de reclusão por receio de contágio, a população brasileira começa a evitar sair de casa: evitando bares, restaurantes, casas de show. Eventos sociais e corporativos vem sendo cancelados, ou adiados.
Acreditamos que o momento exige um pensamento global, projetado para a melhora do cenário de crise epidemiológica. Somente com cuidados pessoais e solidários, de um lado, e uma atuação séria e enérgica, por parte de nossos governantes é que a crise será debelada.





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